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COVID-19: Isolamento, quarentena e Saúde Mental

COVID-19: Isolamento, quarentena e Saúde Mental

 COVID-19: Isolamento, quarentena e Saúde Mental

        Com o isolamento e a quarentena a saúde mental das pessoas tem se mostrado vulnerável, com piora dos sintomas emocionais, aumentando a ansiedade, insegurança, tristeza e as incertezas quanto ao futuro.

Durante uma pandemia é esperado que estejamos frequentemente em estado de alerta, preocupados, confusos e estressados.

Somos bombardeados a todo momento com as mais diversas informações sobre COVID-19: quantas pessoas estão infectadas, quantas perderam suas vidas e como a pandemia está impactando nossas vidas. É natural que esta situação cause angústia e estresse. Por isso, é importante que você não esqueça de cuidar de seu corpo e de sua mente neste período difícil.

O isolamento social pode trazer diversos problemas nos níveis individual, familiar, comunitário e social. É importante compreender que, em situação de emergência e de isolamento, nem todos têm ou desenvolvem potenciais positivos e de resiliência. Para alguns, o isolamento ocasiona mal-estar, fragilizando a capacidade de adaptação e reação, produzindo respostas fisiológicas e emocionais que podem impactar nosso sistema imunológico e a condição de equilíbrio mental.

Segundo a OMS, estima-se que entre um terço e metade da população exposta a uma epidemia pode vir a sofrer alguma manifestação psicopatológica, caso não seja feita nenhuma intervenção de cuidado específico.

Reações mais frequentes segundo a cartilha do Ministério da Saúde e Fiocruz, estão as seguintes queixas: Medo de: Adoecer e morrer; Perder as pessoas que amamos; Perder os meios de subsistência ou não poder trabalhar durante o isolamento e ser demitido; Ser excluído socialmente por estar associado à doença; Ser separado de entes queridos e de cuidadores devido ao regime de quarentena; Não receber um suporte financeiro; Transmitir o vírus a outras pessoas. É esperado também a sensação recorrente de: Impotência perante os acontecimentos; irritabilidade; Angústia; Tristeza. Em caso de isolamento pode-se intensificar os sentimentos de: desamparo; tédio; solidão e tristeza.

Alguns critérios para determinar se uma reação psicossocial considerada esperada, está se tornando sintomática e precisará ser encaminhada são: Sintomas persistentes; Sofrimento intenso; Complicações associadas (por exemplo, conduta suicida); comprometimento significativo do funcionamento social e cotidiano; Dificuldades profundas na vida familiar, social ou no trabalho; Risco de complicações, em especial o suicídio; Problemas coexistentes como alcoolismo ou outras dependências; Depressão maior, psicose e transtorno por estresse pós-traumático são quadros graves que requerem atenção especializada.

Crie o momento de autocuidado, cuide de sua aparência, de sua higiene, de sua alimentação, tente buscar novas receitas na cozinha, escute boa música, leia um bom livro, faça curso on-line. O importante agora é voltar para o autocuidado mental e físico.

Utilize toda tecnologia disponível para manter-se conectado com a vida e com pessoas que você estima. Una-se aos seus familiares e amigos, promovendo boas conversas, por meio de vídeo chamadas, telefonemas ou mensagens. Faça exercícios físicos em casa, pinturas com as crianças, atividades manuais, instrumentos musicais, filmes, desafie-se. Busque aprender alguma atividade nova neste período de confinamento. É tempo de novas perspectivas. Aproveite a convivência familiar. Não é momento para pânico, desavenças, pensamentos individualistas.

Dra Edna Paciência Vietta. Psicóloga Cognitivo-comportamental wthasapp (16) 9993585335

 Referências Bibliográficas

Adaptado de; Pesquisadores colaboradores de Atenção Psicossocial e Saúde Mental do Centro deEstudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde (CEPEDES) da Fiocruz: Bernardo Dolabella Melo, Daphne Rodrigues Pereira, Fernanda Serpeloni, Juliana FernandesKabad, Michele Kadri e Michele Souza e Souza, Ionara Vieira Moura Rabelo, Coordenação: Débora da Silva Noal e Fabiana Damásio,Coordenador do CEPEDES: Carlos Machado de Freitas Como lidar com os aspectos psicossociais e de saúde mental referentes ao surto de COVID-19. Versão 1.5, março 2020. IASC – Inter-Agency Standing Committee. WHO. Mental health and psychosocial considerations during COVID-19 outbreak. March, 2020. Médicos sem Fronteiras, www.msf.org.br